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"A memória, na qual cresce a história, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir ao presente e ao futuro. Devemos trabalhar de forma que a memória coletiva sirva para a libertação e não para a servidão dos homens."

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"Sabido: os negros, as senzalas, o candomblé e a capoeira não eram e nem viviam separados. Até porque esta era a realidade.” - Ru Aisó.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

FCBA abre inscrições para Curso Estadual de Formação de Árbitros de Capoeira Desportiva na Bahia

A Federação de Capoeira do Estado da Bahia (FCBA) está com inscrições abertas para o Curso Estadual de Formação de Árbitros de Capoeira Desportiva. A iniciativa busca preparar e qualificar profissionais para atuar em competições oficiais da modalidade, seguindo critérios técnicos, éticos e regulamentares.



A formação integra as ações oficiais da entidade voltadas ao desenvolvimento da Capoeira Desportiva no estado. Em publicação institucional recente, a FCBA também informou que o Curso Estadual de Arbitragem será oferecido gratuitamente aos participantes que atenderem aos requisitos previstos em edital próprio. (FCBA)


Agência: O Dobrão Online, Segunda-feira,19h

Formação para atuação em competições

De acordo com as informações divulgadas pela FCBA, o curso foi criado para formar árbitros capacitados para atuar durante competições oficiais de Capoeira Desportiva.

A proposta envolve conhecimentos relacionados às regras da modalidade, procedimentos de arbitragem e conduta necessária para quem participa da organização técnica de competições.

A formação de árbitros tem importância direta para a organização esportiva, principalmente porque a atuação desses profissionais contribui para a aplicação padronizada das regras durante os eventos.

A própria Federação já realizou anteriormente atividades de capacitação voltadas à arbitragem e mantém em seu histórico institucional ações relacionadas à formação de profissionais para competições de Capoeira. (FCBA)

Inscrição é feita pela internet

Os interessados podem acessar o formulário disponibilizado pela FCBA para realizar a inscrição no curso.

A entidade orienta que o candidato confira atentamente os requisitos de participação antes de preencher o formulário e tenha em mãos as informações e documentos eventualmente solicitados durante o cadastro.

Inscreva-se no Curso Estadual de Formação de Árbitros

Um ponto importante é que o preenchimento do formulário não deve ser interpretado como confirmação automática da participação.

Segundo as informações fornecidas pela organização, os dados e documentos enviados serão analisados pela FCBA. A confirmação deverá ser encaminhada posteriormente pelos canais de contato informados pelo candidato.

Curso faz parte da estrutura da Capoeira Desportiva

A iniciativa ocorre dentro de um movimento de organização e qualificação da Capoeira enquanto modalidade esportiva.

Em agosto de 2026, a FCBA publicou edital de campanha de filiação e renovação para capoeiristas interessados em integrar oficialmente o sistema federativo da entidade. O documento também menciona o Curso Estadual de Arbitragem e informa que ele será gratuito para os participantes que cumprirem os requisitos estabelecidos em edital próprio. (FCBA)

A informação é relevante porque diferencia a participação no curso da filiação à Federação. Conforme o edital, a anuidade federativa corresponde ao vínculo institucional com a FCBA e não representa pagamento pelo curso. (FCBA)

Campeonato Baiano também está entre as atividades

Além do curso de arbitragem, a página de inscrições da FCBA apresenta o Campeonato Baiano de Capoeira Desportiva 2026.

A competição é apresentada pela entidade como uma atividade oficial da Federação. Para participar, os interessados devem consultar previamente o regulamento, as categorias disponíveis, os critérios de participação e o cronograma oficial.

A organização também alerta que o simples preenchimento do formulário não garante automaticamente a participação no campeonato. Os documentos e informações enviados precisam passar pela conferência da organização.

Por que a formação de árbitros é importante?

Em uma competição esportiva, a arbitragem tem uma função que vai além de acompanhar os confrontos.

Os árbitros precisam conhecer as regras, compreender os critérios técnicos e aplicar os procedimentos estabelecidos pela organização. Uma formação específica pode ajudar a reduzir interpretações diferentes durante as competições e contribuir para maior uniformidade na condução dos eventos.

No caso da Capoeira Desportiva, a formação também acompanha o processo de estruturação da modalidade dentro do ambiente competitivo.

A FCBA já possui histórico de realização de cursos e atividades de capacitação para árbitros. Em 2025, por exemplo, a entidade promoveu curso de árbitro associado à preparação do Campeonato Baiano de Capoeira, com atividades online e presenciais.

Quem pretende participar deve ficar atento

Antes de preencher o formulário, o candidato deve conferir as exigências estabelecidas pela Federação.

Também é importante acompanhar os canais oficiais da FCBA para eventuais atualizações sobre datas, documentos, critérios de participação e confirmação da inscrição.

Como o formulário não garante automaticamente a participação, o interessado deve aguardar a confirmação da organização.

A recomendação é evitar informações de terceiros que não estejam confirmadas pela Federação e utilizar os canais oficiais para esclarecer dúvidas.

Serviço

Curso: Curso Estadual de Formação de Árbitros de Capoeira Desportiva

Realização: Federação de Capoeira do Estado da Bahia (FCBA)

Objetivo: formação e qualificação de árbitros para competições oficiais de Capoeira Desportiva

Inscrição: formulário online disponibilizado pela FCBA

Situação: inscrições disponíveis conforme a página apresentada pela entidade

Formulário oficial de inscrição

Atenção antes de se inscrever

A FCBA recomenda que o interessado leia as informações da atividade e verifique os requisitos antes de realizar o cadastro.

Também não é correto afirmar que a inscrição garante vaga automaticamente. Conforme a própria organização informa, os dados e documentos enviados serão conferidos antes da confirmação.

Fontes seguras

Federação de Capoeira do Estado da Bahia – FCBA — informações institucionais e edital de filiação de 2026. (FCBA)

Formulário oficial de inscrição do Curso de Árbitros

SUDESB – Governo da Bahia — registro de parceria institucional com a Federação de Capoeira do Estado da Bahia. (ba.gov.br)

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

SALVADOR | Memória, arte e resistência: MAFRO-UFBA destaca o protagonismo de mulheres negras na capoeira

Exposição “Memórias de Mulheres Negras na Capoeira: Visibilidade, Luta e Protagonismo em Jogo” transforma o museu em espaço de reconhecimento, ancestralidade e afirmação

O Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia (MAFRO-UFBA) abriu espaço para uma discussão que há muito tempo ultrapassa os limites da roda de capoeira: quem são as mulheres negras que construíram, sustentaram e transformaram essa tradição?

A resposta ganha forma na exposição “Memórias de Mulheres Negras na Capoeira: Visibilidade, Luta e Protagonismo em Jogo”, apresentada no Centro Histórico de Salvador.

Exposição “Memórias de Mulheres Negras na Capoeira


Agência: O Dobrão Online,Segunda-feira,13h.

A mostra nasceu de um projeto idealizado pelas capoeiristas Ábia França, Gandaia e Mestra Voltagrande e coloca em evidência trajetórias femininas que ajudam a compreender a capoeira também como território de memória, resistência e disputa por reconhecimento.

A abertura ocorreu em 14 de agosto de 2026, no MAFRO-UFBA. Agora, mais do que registrar a cerimônia de inauguração, o convite é para conhecer as obras e o espaço e perceber o que essa exposição coloca em jogo: a necessidade de reconhecer mulheres negras como protagonistas de suas próprias histórias.

Três mulheres, três memórias, uma narrativa de resistência

A exposição homenageia Teresa de Benguela, Mestra Tonha Rolo do Mar e Mestra Janja, representadas por bustos escultóricos produzidos pela artista e professora Gandaia.

A escolha dessas referências não é casual.

Teresa de Benguela tornou-se símbolo de resistência negra e liderança quilombola. Já Mestra Tonha Rolo do Mar e Mestra Janja integram a memória e a trajetória da capoeira construída por mulheres negras.

Ao colocar essas figuras lado a lado, a exposição cria uma ponte entre diferentes tempos históricos.

Ancestralidade, memória e presente passam a conversar no mesmo espaço.

É uma escolha especialmente significativa em Salvador, cidade profundamente marcada pelas culturas africanas e afro-brasileiras e pela presença histórica da capoeira.

O busto como instrumento de memória

Transformar essas personagens em esculturas também significa enfrentar uma questão fundamental: quem merece ser lembrado e representado nos espaços culturais?

O busto tradicionalmente está associado à preservação da memória de personalidades consideradas importantes. Ao utilizar essa linguagem para homenagear mulheres negras ligadas à resistência e à capoeira, a artista Gandaia contribui para deslocar o centro dessa representação.

Não se trata apenas de criar retratos.

Trata-se de materializar memórias.

A escultura torna visível aquilo que muitas vezes permanece registrado apenas na oralidade, nas experiências pessoais, nos ensinamentos transmitidos entre gerações e nos corpos que continuam praticando a capoeira.

Mulheres negras já estavam na história da capoeira

A exposição também dialoga diretamente com uma questão identificada por pesquisas realizadas na própria Universidade Federal da Bahia.

Estudo acadêmico desenvolvido na UFBA sobre trajetórias e protagonismo de mulheres na capoeira aponta que, embora a presença feminina seja significativa, ainda existem desigualdades relacionadas ao reconhecimento e à ocupação de posições de poder dentro desse universo. (SIGAA UFBA)

Isso muda a forma de olhar para a exposição.

Ela não está simplesmente “incluindo” mulheres em uma história pronta.

Está ajudando a questionar uma narrativa que muitas vezes não deu às mulheres negras o mesmo espaço de visibilidade e autoridade.

A roda também é um espaço de disputa

A capoeira é feita de movimento, música, ritual, corpo e convivência. Mas também envolve relações sociais e disputas por reconhecimento.

Pesquisas da UFBA sobre mulheres negras na capoeira angola mostram justamente como suas trajetórias estão relacionadas a questões de gênero, raça, memória e poder. Um trabalho publicado em material acadêmico da universidade destaca a importância de mulheres negras assumirem espaços de protagonismo e registrarem suas próprias narrativas dentro da capoeira. (Proex UFBA)

Essa perspectiva é fundamental para compreender o título da exposição.

“Visibilidade, Luta e Protagonismo em Jogo” não é apenas um nome. É uma declaração.

A roda deixa de ser observada somente como prática cultural e passa a ser entendida também como espaço onde identidades, memórias e relações de poder são construídas.

O corpo como arquivo

Existe outra dimensão importante nessa discussão: o corpo.

Na capoeira, o corpo guarda conhecimento.

A ginga ensina.

O gesto comunica.

O ritmo transmite.

A roda preserva.

Pesquisas produzidas na UFBA sobre mulheres negras e Capoeira Angola discutem justamente a ideia do corpo como território de memória e como espaço capaz de carregar experiências, ancestralidades e formas de resistência. (Repositório UFBA)

Por isso, uma exposição sobre mulheres negras na capoeira não precisa falar apenas de documentos escritos.

Ela pode falar de corpos, gestos, esculturas, histórias e memórias.

É nesse encontro entre arte e patrimônio que a mostra ganha força.

De Teresa de Benguela às mestras da capoeira

A presença de Teresa de Benguela amplia ainda mais o alcance simbólico da exposição.

Sua trajetória está associada à resistência de comunidades negras e indígenas no Brasil colonial. Ao aproximá-la das figuras de Mestra Tonha Rolo do Mar e Mestra Janja, a exposição cria uma linha de continuidade entre diferentes experiências de liderança e resistência negra.

Não significa dizer que essas histórias são iguais.

Significa reconhecer que existe uma memória de resistência feminina negra que atravessa gerações.

E a arte permite que essa conexão seja percebida de maneira concreta.

O MAFRO como lugar de memória

A realização da exposição no MAFRO-UFBA acrescenta uma camada importante à proposta.

O Museu Afro-Brasileiro da UFBA tem como missão preservar, pesquisar e difundir referências relacionadas às culturas africanas e afro-brasileiras. Nesse ambiente, discutir a presença das mulheres negras na capoeira significa aproximar patrimônio, arte, história e experiência contemporânea.

O museu passa a funcionar não apenas como lugar onde objetos são preservados, mas como espaço onde memórias são revisitadas e novas narrativas podem ser construídas.

E isso é especialmente relevante para histórias que durante muito tempo tiveram pouca presença nos registros oficiais.

Uma exposição para além da inauguração

A abertura aconteceu em 14 de agosto de 2026, mas a importância da mostra não termina na cerimônia.

Agora começa outra etapa: a aproximação do público com as obras.

Conhecer os bustos, observar os detalhes das esculturas e compreender as histórias das mulheres homenageadas é também uma forma de participar dessa construção de memória.

A exposição convida o visitante a olhar para a capoeira por outro ângulo.

Não apenas como jogo; Não apenas como dança; Não apenas como luta.

Mas como patrimônio vivo e território de conhecimento.

Por que essa exposição importa?

Porque visibilidade não é apenas aparecer.

Visibilidade também significa ser reconhecida como autora da própria história.

Quando mulheres negras ocupam museus, pesquisas, exposições, rodas e espaços de decisão, novas referências passam a existir para as próximas gerações.

Meninas negras que entram em contato com essas histórias encontram algo poderoso: a possibilidade de enxergar mulheres negras não apenas como personagens do passado, mas como mestras, artistas, pesquisadoras, lideranças e produtoras de conhecimento.

Essa mudança de perspectiva é uma das maiores contribuições que uma exposição pode oferecer.

Objetivo Maior: colocar as mulheres no centro também é preservar a capoeira

A história da capoeira não cabe em uma única narrativa.

Ela foi construída por muitos corpos, muitas vozes e muitas gerações.

Mas algumas dessas vozes foram menos registradas, menos reconhecidas e menos celebradas.

Por isso, uma exposição dedicada às memórias de mulheres negras na capoeira não deve ser vista como um complemento à história.

Ela é parte da própria história.

Teresa de Benguela, Mestra Tonha Rolo do Mar e Mestra Janja representam momentos e trajetórias diferentes, mas ajudam a lembrar uma mesma verdade: mulheres negras nunca estiveram ausentes da construção da resistência.

O que muitas vezes faltou foi espaço para que suas histórias fossem vistas.

Agora, elas ocupam o museu; Ocupam a escultura; Ocupam a memória. E ocupam o centro da roda.

Conhecer essa exposição é mais do que visitar obras de arte. É reconhecer quem também construiu a história da capoeira — e garantir que essas memórias continuem sendo transmitidas.

Serviço

Exposição: “Memórias de Mulheres Negras na Capoeira: Visibilidade, Luta e Protagonismo em Jogo”
Local: Museu Afro-Brasileiro — MAFRO/UFBA, Centro Histórico de Salvador
Abertura: 14 de agosto de 2026, às 17h
Artistas/proponentes do projeto: Ábia França, Gandaia e Mestra Voltagrande
Homenageadas: Teresa de Benguela, Mestra Tonha Rolo do Mar e Mestra Janja
Esculturas: Gandaia

Para acompanhar informações e registros da exposição, o perfil oficial do MAFRO-UFBA é o canal indicado pelo museu nas redes sociais.

Para informações atualizadas sobre visitação, programação e atividades, consulte os canais oficiais do MAFRO/UFBA  | MAFRO - Museu Afro-Brasileiro Largo do Terreiro de Jesus s/n, Prédio da Faculdade de Medicina da Bahia CEP: 40026-010 Centro Histórico Salvador-BA, Brasil Telefone/Fax: +55 (71)3283-5540 Email: mafro@ufba.br.

Fontes 

  • MAFRO/UFBA — Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia

  • UFBA — Portal de Programas de Pós-Graduação, com pesquisa sobre trajetória e protagonismo de mulheres na capoeira. (SIGAA UFBA)

  • Repositório Institucional da UFBA, com pesquisas acadêmicas sobre mulheres negras e Capoeira Angola. (Repositório UFBA)

  • Revista Feminismos — UFBA, artigo sobre capoeira, ancestralidade, memória e mulheres negras. (Periódicos UFBA)

  • Instagram oficial do MAFRO-UFBA: @mafroufba

sábado, 27 de junho de 2026

CAPOEIRA SUBJETIVA (APAGANDO ANGOLA E REGIONAL)

Capoeiristas sem Mestres ou Mestres (Internet) Imaturos estão envergonhando a classe...

Esse recado não é para os Capoeiristas de Verdade.

Ainda mais sem fundamento teórico, prático e o pedagógico de Angola e Regional. E isso tudo vem afetando por ser agora.:  A Capoeira Subjetiva /  (Faço o que eu quiser)...

"Infelizmente, estão achando que capoeirista é ser uma máquina de dar murros e tapas... E assim a Ginga, Golpes e Contragolpes seguem morrendo passando bem longe das rodas."   Ru Aisó

Gente, treine MMA/UFC/Luta Livre, mas não misturem as coisas...

Momento de Capoeira é de Capoeira. 

Momento de Sambar é de Sambar...

Momento de Puxada de Rede, também.

E MMA/UFC pode ter capoeira, mas na roda parem de adicionar coisas que não existem na Capoeira. Tem que gingar, tem que tocar / cantar, tem que fazer coro, tem que fazer golpe e contragolpe... Brincar... Aprender e ensinar. Há uma nova geração observando com muita atenção.

Parem de abraços sem fim, carregar e jogar o oponente no chão, murros sem fim, tapas sem fim. Que coisa sem sentido e sem propósito! Isso nunca foi capoeira, e sim subjetividade de mimados.

Os vídeos para engajar nas redes sociais digitais agora com a indução de violência na capoeira: sem técnica, sem teoria, sem contexto histórico. Gente, isso fere demais o legado de quem deu o sangue e a vida no passado por essa dádiva dos nossos antepassados e ancestrais.

E pior.: Vocês não sentem vergonha do que estão fazendo... A nossa sociedade já é bastante preconceituosa e pode achar que essa lastima de gangue A e B se agredindo é capoeira.

E que fique claro: realmente, tem gente que não merece estar dentro da Capoeira por inúmeros motivos negativos,  vocês precisam estudar, trocar ideias do que pode e não pode. Voltem aos fundamentos. Chega de subjetividade: faço o que quero, isso não preserva em nada. Só atrapalha quem estuda, pesquisa e trabalha certo.

Parem com essa porcaria de atividade de violência e dizer que é capoeira... Busquem se qualificar!!! Base de Boxe? Abraços sem fim (gamou foi?) Murros e tapas sem fim... Que isso? Ginga, filho de Deus.

Chega de ser gangue da Gabriela. Vão trabalhar princialmente o emocional/psicológico. 


Uma música em homenagem a vocês:

"Quando eu vim para esse mundo. Eu não atinava em nada.

Hoje eu sou Gabriela. Gabriela, iê Meus camarada.

Eu nasci assim, eu cresci assim. E sou mesmo assim, vou ser sempre assim Gabriela. Sempre Gabriela"

....


Ouça: Modinha Para Gabriela - Gal Costa (Gabriela) 1975



Portanto, isso tudo que vocês estão arquitetando é muito injusto.
Repensem... Camaradinhos... Que porcaria de legado vocês querem deixar?
Evitem ser Tapeiros/Murreiros lacradores da Internet e pior está tudo documentado agora em tempo real. E a dica não e para OS CAPOEIRISTAS DE VERDADE.
É APENAS AOS JOGADORES DE CAPOEIRA DE PLANTÃO.
CERTO... FAÇA O QUE QUISER, MAS NÃO CHAME ISSO DE CAPOEIRA.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Governo da Bahia abre inscrições para o Programa de Qualificação em Artes 2026; Veja como participar

 Atenção, artistas e produtores culturais da Bahia! Se você busca aprimorar seus conhecimentos e fortalecer sua atuação no setor cultural, uma excelente oportunidade acaba de surgir. Estão abertas as inscrições para o Programa de Qualificação em Artes 2026, uma iniciativa que oferece formação gratuita e atualização profissional em diversas regiões do estado.

Com foco no desenvolvimento cultural, social e econômico, o programa promete descentralizar o acesso ao conhecimento artístico, contemplando 19 municípios baianos.

Grupo de artistas diversos praticando dança e música em oficina cultural na Bahia.

Quem pode participar do programa?

O Programa de Qualificação em Artes é inclusivo e voltado para quem já vive ou deseja profissionalizar sua arte. Podem se inscrever:

  • Artistas e grupos independentes.

  • Produtores culturais.

  • Trabalhadores da cultura em geral.

  • Idade mínima: A partir de 16 anos (necessário ter experiência prévia em artes).

Estrutura dos Cursos e Horários

Pensado para quem já possui uma rotina de trabalho, o programa possui uma estrutura modular que facilita a participação. Confira os detalhes técnicos:

  • Carga Horária Total: 60 horas (divididas em 4 módulos de 15h cada).

  • Período das aulas: De abril a agosto de 2026.

  • Dias e Horários:

    • Sexta-feira: Turno da noite.

    • Sábado: Manhã e tarde.

    • Domingo: Turno da manhã.

Como realizar sua inscrição

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet. Fique atento ao prazo curto para não perder a vaga!

  • Período de Inscrição: De 02 a 10 de abril de 2026.

  • Onde se inscrever: O cadastro deve ser realizado através do portal oficial do Governo do Estado da Bahia.

👉 Clique aqui para acessar o formulário oficial e fazer sua inscrição no Programa de Qualificação em Artes

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Os dois mestres mais influentes da capoeira e seu legado que...

Os dois mestres mais influentes da capoeira e seu legado que vive hoje: Pastinha e Bimba

A capoeira, expressão cultural afro-brasileira que mistura arte marcial, dança, música e cultura, deve sua sistematização e disseminação global a dois mestres fundamentais...

A capoeira deve sua sistematização e disseminação global a dois mestres fundamentais: Vicente Ferreira Pastinha (1889-1981), guardião da Capoeira Angola, e Manoel dos Reis Machado, o Mestre Bimba (1899-1974), criador da Capoeira Regional. Suas trajetórias, filosofias e contribuições moldaram a capoeira moderna, e seus legados permanecem vivos em rodas pelo mundo.


Mestre Pastinha: A Preservação da Angola e a Filosofia da Malícia/Sagacidade


Vicente Ferreira Pastinha, nascido em Salvador em 1889, é o grande mestre da Capoeira Angola, estilo que enfatiza a tradição, a malícia, a musicalidade e os aspectos culturais e históricos afro-brasileiros. Pastinha aprendeu a capoeira ainda criança com um africano chamado Benedito, que lhe ensinou não apenas os movimentos, mas a filosofia de transformar conflitos em aprendizado e respeito.


Principais Contribuições e Legado:


1. Sistematização da Capoeira Angola: Pastinha organizou e codificou os princípios da Capoeira Angola, destacando a ginga, a malícia (astúcia), a musicalidade e o jogo baixo e próximo ao chão. Ele fundou o Centro Esportivo de Capoeira Angola (CECA) em 1941, no Pelourinho, Salvador, que se tornou um espaço de resistência cultural e formação de mestres.


2. Ativismo Cultural e Resistência: Pastinha lutou contra a criminalização da capoeira (que era proibida pelo Código Penal até os anos 1930) e trabalhou para valorizá-la como patrimônio cultural. Sua escola formou discípulos ilustres como João Grande e João Pequeno, que disseminaram a Angola globalmente.


3. Escrita e Documentação: Pastinha foi um "capoeira-autor", escrevendo manuscritos, canções (ladainhas) e livros como Capoeira Angola (1964), onde registrou sua filosofia. Ele também mantinha um livro de registros do CECA, documentando a memória do grupo e seus membros.


4. Influência Global: Pastinha representou o Brasil no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras em Dakar (1966), levando a capoeira para o mundo. Seus discípulos, como João Grande, abriram escolas nos EUA e Europa, garantindo que a Angola permanecesse viva como uma prática de resistência negra.


Apesar dos desafios pessoais, como a perda do CECA e problemas de saúde em seus últimos anos, Pastinha deixou um legado de resistência, dignidade e preservação cultural. Sua filosofia é celebrada em projetos como "A Roda de Capoeira da Eduardo Ribeiro" no Amazonas, que homenageia seu aniversário e promove a Capoeira Angola.


Mestre Bimba: A Revolução da Regional e a Institucionalização


Mestre Bimba, nascido em Salvador em 1899, revolucionou a capoeira ao criar a Capoeira Regional, um estilo mais dinâmico, acrobático e eficiente como arte marcial. Preocupado com a marginalização da capoeira, Bimba a transformou em uma prática respeitável e acessível a todos os estratos sociais.


Principais Contribuições e Legado:


1. Criação da Capoeira Regional: Bimba misturou elementos da Capoeira Angola com movimentos do batuque (luta africana) e golpes de outras artes marciais. Desenvolveu um método de ensino estruturado, com sequências de movimentos e um código de ética que exigia disciplina, higiene e bom comportamento.


2. Legalização e Reconhecimento: Em 1928, Bimba desafiou a proibição da capoeira e, após uma apresentação para o governador Juracy Magalhães, conseguiu sua legalização na década de 1930. Em 1932, fundou a primeira academia de capoeira do mundo, a Academia-Escola de Cultura Regional, em Salvador. Em 1953, o presidente Getúlio Vargas declarou a capoeira "o único esporte verdadeiramente brasileiro" após uma demonstração de Bimba.


3. Sistematização e Rituais: Bimba introduziu rituais como a charanga (orquestra de berimbau e pandeiros), cantigas específicas, e o batizado (cerimônia de formatura). Seus alunos usavam uniformes brancos e lenços coloridos indicando graduação, práticas ainda hoje universais na capoeira.


4. Globalização e Influência: Bimba abriu as portas para a capoeira ser praticada por todas as classes, incluindo artistas, políticos e intelectuais. Seu estilo dinâmico influenciou diretamente a capoeira contemporânea e indiretamente outras artes, como o breaking, devido a seus movimentos acrobáticos.


Bimba faleceu em 1974, mas sua Regional é hoje a vertente mais praticada globalmente. Seu método de ensino é base para academias worldwide, e seu foco na eficiência marcial e no respeito social transformou a capoeira em símbolo da cultura brasileira.


Legados Interligados e Vivos Hoje


Embora Pastinha e Bimba representem estilos diferentes da Angola (tradicional, lenta e maliciosa) e Regional (dinâmica, acrobática e marcial) seus legados se complementam e formam a base da capoeira moderna:


- Preservação vs. Inovação: Pastinha manteve viva a tradição africana, enquanto Bimba adaptou a capoeira aos novos contextos sociais. Hoje, muitas escolas praticam ambos os estilos, reconhecendo a importância dessa dualidade.


- Influência Global: Discípulos de ambos os mestres, como João Grande (Angola) e Jelon Vieira (Regional), levaram a capoeira para o mundo. Jelon, por exemplo, abriu a primeira escola de capoeira fora do Brasil em Nova York (1975) e influenciou diretamente o breaking.


- Cultura Viva: Projetos como o "Rede Capoeira" na Bahia homenageiam esses mestres, enquanto academias de Piracicaba a Bruxelas mantêm vivos seus ensinamentos. Mestres como Cosmo (discípulo de Miguel Machado) enfatizam a elegância do jogo e a resistência negra, ecoando Pastinha, enquanto a Capoeira Regional domina as competições e eventos esportivos.


- Reconhecimento Institucional: A capoeira foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2014, um feito impossível sem as contribuições de Bimba (que a tornou respeitável) e Pastinha (que preservou suas raízes).

Conclusão: Viva Pastinha! Viva Bimba!

Vale lembrar que amizade entre eles dois era muito linda!

Pastinha e Bimba são nossos pilares indissociáveis da capoeira. Seus legados transcendem estilos: representam a resistência negra, a criatividade cultural e a luta por dignidade. Hoje, quando capoeiristas de todos os países gingam nas rodas ao som do berimbau, eles celebram a visão desses dois mestres imortais, que transformaram uma prática marginalizada em uma herança global de liberdade e identidade.

Entenda de vez as diferenças e a história por trás dos dois estilos.

Capoeira: Angola ou Regional?

Entenda de vez as diferenças e a história por trás dos dois estilos.

A capoeira, essa arte que mistura luta, dança e música, é uma das expressões culturais mais ricas do Brasil (e no mundo). Para quem está começando a mergulhar nesse universo, é comum a dúvida entre os dois estilos que mais se destacam historicamente: a Capoeira Angola e a Capoeira Regional. Embora partilhem a mesma raiz, suas filosofias, movimentos e ritmos se diferenciam de forma significativa.

A história da Capoeira Angola



A Capoeira Angola é a vertente mais antiga e tradicional. Ela carrega em sua essência a história da resistência dos africanos escravizados no Brasil, que a utilizavam como uma forma de expressão cultural e de autodefesa, disfarçada de dança para despistar a vigilância dos opressores. O jogo da Angola é caracterizado pela ginga baixa, rasteira e sinuosa, que simboliza a astúcia e a malícia. Os golpes são executados de forma lenta e cadenciada, valorizando o engano e a teatralidade no confronto. O berimbau, atabaque, pandeiro e reco-reco criam uma orquestra que dita o ritmo lento e grave, fundamental para o diálogo corporal.

Pastinha foi a figura central na formalização da Capoeira Angola como a conhecemos hoje é Mestre Pastinha, ou Vicente Ferreira Pastinha. Ele criou a Capoeira Angola, sendo um de seus maiores defensores e sistematizadores. Pastinha se dedicou a preservar a tradição e a filosofia do jogo antigo, fundando em 1941 o Centro Esportivo de Capoeira Angola (CECA) para ensinar e divulgar o estilo puro. Ele aprendeu a capoeira com Mestre Benedito, um africano idoso, que foi seu primeiro e principal mentor. Pastinha acreditava que a capoeira era um jogo de malícia e inteligência, não de força bruta, e seu legado foi fundamental para que a Angola mantivesse sua identidade ancestral.

A ascensão da Capoeira Regional

Em contrapartida, a Capoeira Regional foi desenvolvida por Mestre Bimba, ou Manuel dos Reis Machado, no início do século XX. Bimba buscava modernizar e dar um novo status à capoeira, que na época era marginalizada e criminalizada. Curiosamente, antes de criar seu próprio estilo, Mestre Bimba era um notável capoeirista de Angola, tendo inclusive se destacado em diversas rodas e desafios. Ele percebeu a necessidade de sistematizar a capoeira para que ela fosse reconhecida como uma arte marcial legítima.

Com essa visão, Bimba criou a Regional, um estilo com movimentos mais rápidos, objetivos e acrobáticos, que incorporavam golpes de outras artes marciais. O jogo da Regional tem uma ginga mais alta e vertical, e a musicalidade é mais acelerada e vibrante. Em 1937, Bimba conseguiu o reconhecimento oficial do governo para sua academia, tornando-se o primeiro mestre a lecionar capoeira de forma legalizada. Ele desenvolveu uma sequência de golpes, o que tornou o aprendizado mais metódico.

Apesar de suas diferenças, os dois estilos são essenciais para a história da capoeira. A Angola representa a tradição, a raiz e a filosofia de um jogo ancestral. A Regional, por sua vez, simboliza a evolução, a formalização e o reconhecimento da capoeira como uma arte marcial. Ambos os estilos coexistem, enriquecendo a cultura brasileira e oferecendo caminhos distintos para quem deseja se aprofundar nessa arte. A escolha entre Angola e Regional é uma questão de afinidade pessoal, mas o respeito e o conhecimento por ambos os legados são fundamentais para qualquer capoeirista.

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Capoeira na Bahia - Regulamentação Lei Moa do Katendê (Acontecendo | Novembro 2024)

 Acontecendo

"Jerônimo assina regulamentação da Lei Moa do Katendé e inicia programa Capoeira nas Escolas


O governador Jerônimo Rodrigues assina, nesta terça-feira (5), às 14h30, o decreto que regulamenta a Lei nº 14.341, conhecida como Lei Moa do Katendê” durante lançamento das ações do Novembro Negro, no Colégio Estadual de Tempo Integral Zumbi dos Palmares, no bairro Tancredo Neves. Na solenidade, o governador também vai dar início ao programa Capoeira nas Escolas."

Fonte: https://estudantes.educacao.ba.gov.br/noticias/nesta-terca-5-jeronimo-assina-regulamentacao-da-lei-moa-do-katende-e-inicia-programa-capoei

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"LEI MOA DO KATENDÊ

Na mesma sessão, foi abordado o lançamento do programa Capoeira nas Escolas, que marca a regulamentação da Lei Moa do Katendê (Lei Estadual nº 14.341/2021). A regulamentação foi assinada na tarde desta terça-feira, no Colégio Estadual Zumbi dos Palmares, em Salvador, pelo governador Jerônimo Rodrigues, representando um marco para a valorização da capoeira na Bahia."
Fonte: https://www.al.ba.gov.br/midia-center/noticias/63156

domingo, 18 de agosto de 2013

:::Capoeira nas Escolas Públicas...:::

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ATENÇÃO(!!!)




"Quanto mais local, mais internacional somos."

- Mestre Historiador Baiano Ubiratan Castro Araújo

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"É muito complexo o solicitar e o sugestionar aos Preconceituosos um OLHAR mais INTELIGENTE para com suas Reais Origens." (Ru Aisó)




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"Paranauê, Paranauê, Paraná..."



















"Paranauê, Paranauê, Paraná. 
Eu aqui não sou querido, Paraná, mas na minha terra eu sou, Paraná."








































"Se você pensa que é ESPERTO, Paraná. 
Lagartixa é muito mais, Paraná. 
Ela sobe as paredes coisa que voce nao FAZ." 

















"Paranauê, Paranauê, Paraná. 

Eu aqui não sou querido, Paraná, mas na minha terra eu sou, Paraná."

"Se você pensa que é ESPERTO, Paraná.

Lagartixa é muito mais, Paraná.

Ela sobe as paredes coisa que você não FAZ."

INTERPRETAÇÃO Magna de Carolina Soares
(Musa Vocal da Capoeira, hoje).

História da Capoeira Real 
Interpretação Carolina Soares

I - URL(Ouça!) | (Emocione-se!): (História da Capoeira Real)

II - URL(Ouça!) | (REMIX): (Paranauê/Pout-pourri de Capoeira)


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:::CONVERSA IÊ - CAPOEIRA(foco/olhar: no Brasil):::

:::Capoeira nas Escolas Públicas Brasileiras:::

*Agencia Intangível - Maria A. Teixeira - Ru Aisó (Folha Formosa, Tupy)
18.08.2013 | (Ali na Bahia e aqui em Salvador)

1 - A Capoeira não chega com facilidade a nenhuma das Escolas Públicas(Clubes, etc.) no Brasil, mas Esportes como Judô e karatê, por exemplo, sim. | Vale lembrar que não cito negar a existência da prática da capoeira nas escolas, mas a sua complexidade de espaço com mais estruturas, errado deixar o instrutor, o professor, o mestre, etc, financiar tudo, e ocorre muito por aí a fora no país.

2 - E daí? Daí que é um fato extremamente triste! A diferença é que no exterior há Suporte e apoio de Marketing. E aqui?

3 - Quem 'dirige' as Escolas Públicas ontem e hoje, também valorizam os Esportes Elitizados, logo a CAPOEIRA não é bem vinda. (Imagine... É o que ocorre, cá!) - Vem mudando? Sim, mas muito pouco...

4 - O que isto quer dizer? Uma #Escola Pública #Européia, por exemplo, tem e terá mais alunos, estruturas mil e Projetos Magnos!

5 - E segue criando Capoeiristas bem mais 'qualificados', por haver Suportes Entusiásticos.
O que não ocorre aqui no Brasil, ainda.

Quando ocorrerem grandes eventos nacionais e/ou  internacionais com referência a Capoeira, aqui no Brasil, 'haverá sim muitos capoeiristas', mas não nesses PROJETOS. Não preciso relembrar, que suporte e estrutura é tudo, não é mesmo? Sério é, pois aparecerão, quem tem ou teve pelo menos um leve apoio ou um apoio forte, porque as turmas são sempre grandes e no máximo, estarão 'presentes' Mestres e Contramestres. Agora, alunos... Nem tanto... (Isto quando conseguem saber a tempo e o auxílio pelo menos de deslocamento e preparativos no meio, etc... ).
- Onde estão todos, então?
- Boa pergunta...
Eles estão sempre praticando e ensinando Capoeira 'com' ou sem apoio...
Eles não estão nos projetos chaves de poucos...
Eles não estão nos grandes eventos...
Eles não estão nas mídias grandes ou pequenas...
Eles não estão nas 'Academias Espelhadas'...
Eles estão sempre praticando e lecionando, mesmo sem você ver ou saber, mas continuam existindo. Há muitos! Somos muitos! Você só não ver, porque suporte e estrutura é tudo, não é mesmo? Lá fora pode ser uma novidade e/ou uma moda, mas para nós é a nossa real cultura, cuja é conservada por quem não tem acesso e abertura fixa para preservá-la na sua magnitude histórica, que pelo menos deveria ocorrer...


"A Capoeira é um momento de celebração, mesmo sem instrumentos, por exemplo, canta-se e/ou ovaciona-se." (Ru Aisó)

6 - VOCÊ pode agora mesmo simular uma SUGESTÃO aos 'diretores'/(Escolas Públicas) a inclusão da #Capoeira nas Aulas e...

7 - E verá seus semblantes em cerca de 95% um 'tanto' incrivelmente #IRÔNICOS e o que significa?
Vem Judô, Karatê, etc. Pois são esportes elitizados. E apenas 5% são bem recebidas nas Instituições(Públicas). E os 'Projetos do Governo Brasileiro', que firmam seriamente a inclusão do Ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira e Africana nas Instituições Públicas e Particulares  [Ver Lei nº 10.639/03 - Ano: 2003 - Governo Lula/PT] e o atual  Projeto 'Mais Educação - [Portaria Interministerial n° 17/2007 - Governo de Lula/PT e mais atualizado no Governo de Dilma/PT] - Embora ambos magnos projetos sofrerem resistências pela 'sociedade identificada racista brasileira, é o que tem ajudado muito hoje a inclusão da Capoeira nas Escolas Públicas,  que por sinal é um auxílio federal forte de fato. Agora me permito até agradecer, embora este diminuto valor em percentual, mas é de verdade. Afinal quero agradecer firme, forte e de coração aos Diretores/Coordenadores, que entendem a importância da preservação da #Capoeira no Brasil [Grata eternamente pelo feito. É esplêndido e corajoso a atitude colaborativa dessas pessoas maravilhosas e esclarecidas], pois quando existe o preservar, é aí que podemos buscar da fonte e sempre que precisarmos, porque o 'emanar puro' tem que surgir de algum lugar para amenizar as interferências e as oscilações, que a Capoeira vem sofrendo[gerúndio mesmo]. Como por exemplo, a inclusão de 'Faixas' a Cordéis, já existem cordéis sem ter as cores da Bandeira Nacional [verde, amarelo, azul e branco, cores chaves sendo perdidas e apagadas], Quero dizer, que ninguém incluiu ou incluirá os cordéis no lugar de faixas no Karatê/Judô, por exemplo. Não é mesmo? Perderia toda característica, melhor seria seguir as cores da Bandeira do país representante da Plural Capoeira e/ou não motivar uso de cordéis algum, seria então o mais coerente [raiz remota: não usavam nada na 'cintura', apenas 'ensinava - aprendia', 'aprendia - ensinava', 'propagava e preservava-a' com a presença dos lindos pés nus/descalços, é paradoxal, mas... foi assim.] - Seguem agora os 'Torneios/Campeonatos...' a Festivais. Você(Iê) precisa assistir pelo menos uma vez na vida, como é uma grande ARTE produzir um verdadeiro cordel trançado. Nossa! É magno! Observar e/ou também fazê-lo]. Outros pontos: as letras repletas de modificações[sem sentido], trocas de nomes de muitos golpes,etc...).




Lembrete Raiz: os negros que viviam entre as senzalas e os engenhos daquela triste época, não focavam em cordéis, não usavam calçados, não tinham praticamente, raro era possuí-los. As roupas? Eram entregues uma ou duas vezes por ano e olhe lá... [História]
Se permita entender, que Angoleiros de gerações mais antigas/remotas, não 'deixam bater' palmas[ Não pode, é um momento de respeito com as raízes]. Quando próximo a eles: eu respeito, logo nada de palmas, durante cantos e ritmos da 'bateria'/instrumentos a tocar]. Já em outros locais bem mais recentes e envolvendo a forma Regionalista ou Angoleira(mista): sim, a palma é LEI. - O importante de tudo, ainda é o CORO! (Responda). Ah! Toque também, tem gente que quer jogar, tem gente que cansou de tocar, etc... Compartilhar um pouco de tudo: é somar e alicerçar o evento. Tudo é de todos. E todos: é o tudo grandioso.

A Evolução hoje:. Angoleiros(Capoeiristas) podem sim usar seus calçados e seus abadás[preto e amarelo ou totalmente branco] e/ou quando Mestres é comum e oportuno de ver o uso de Paletós Brancos com muita elegância e sensibilidade em encontros/eventos. Prática bem habitual entre os Capoeiristas preservadores e heróis da Capoeira.
 
8 - Judô e Karatê são esportes interessantes. É uma verdade e muito bem aceitos, porque já tiveram fixo APOIO para seus Status.

9 - Sabendo fiques tu, que é mais SIMPÁTICO e ELITIZADO dizer: meu filho é Faixa Preta 10° Dan (Judô/Karatê) a Dizer: meu filho é Cordel Branco(Capoeira).  
São pequenos exemplos apenas, a olho nu. Testem vocês as aceitações...

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||||||||||||Papo Link|||||||||||||
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Horácio Borges(Admirador da Capoeira): esqueça o cordel, pois ele também é instrumento do branqueamento da capoeira.

Eu, Maria Teixeira: Depende... Por exemplo, Os negros escravizados no passado não jogavam calçados, hoje angoleiros jogam 'calçados' é um 'marco'.  O que vai valer não é o calçado e/ou  cordel branco(mestre), mas a Discussão coerente a favor da #CAPOEIRA não Plástica.

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10 - A ignorância Elitizada, Sofisticada e a FALTA de Informação in/VOLUNTÁRIA tem prejudicado a oportunidade a #CAPOEIRA. Capoeira não afasta ninguém de educar-se e/ou da educação, afinal ela só aproxima, pois ela faz parte da disciplina.

"Imaginem... Imaginemos nós: quantos estrangeiros estão aprendendo português....
E quantos brasileiros a outros idiomas 'só' para lecionar: os toques, as letras, as músicas, os instrumentos, a brincadeira (vadiagem/mandinga/segredo), a dança, a luta e o contexto histórico... Vixe! Oxe! Oxente! Tudo magno nessa Cultura!" Ru Aisó



"A Capoeira é completa, pois é preciso cantar, tocar, dançar, lutar, estudar o contexto histórico, ensinar e sorrir com humildade, logo uma filosofia de vida." - Ru Aisó


11 - Infelizmente já está INCRUSTADO na Sociedade Brasileira, a NEGAÇÃO a tudo, que tem referência a #Cultura #Afro. (Difícil de citar isto, mas meu país é uma nação RACISTA, mesmo sendo mestiça no 'caucasiano', que você 'acha' que ver...).

12 - É muito complexo o solicitar e o sugestionar aos #Preconceituosos um OLHAR mais INTELIGENTE para com suas Reais #Origens. 


13 - Muitos Mestres/Conservadores da Capoeira aqui não terão apoios, logo nem amparos, mas...

14 - ...mas é preciso ânimo e manter as atividades cá, mesmo que suas 'acadêmias' e grupos não estejam em SALAS ESPELHADAS.

15 - E mais! A #Capoeira lá fora(Exterior/Onde o Apoio acontece) vai se permitir fazer parte Esportes Olímpicos, que seja, mas Nada tem a ver com ELA. NADA!

16 - Cabe a #Capoeira FESTIVAIS e não CAMPEONATOS X,Y e Z.
E essa história de Esporte Olímpico(Vamos, então observar como será tratada).
Obs: com SUPORTE SE FAZ TUDO E PODE TUDO.

17 - Bem entendido fica, que há o lado ruim do 'apoio', não orientado, porque gera uma 'capoeira' muito distante da tradição.


18 - Todo PROJETO e amparo ao meio da #Capoeira deve ocorrer uma ORIENTAÇÃO Significativa para não priorizar o NASCER de uma CAPOEIRA PLÁSTICA, que já existe por aí...

19 - Uma coisa é certa... Todo dia: é dia de #Capoeira e dos #Capoeiristas!  

Volto em Breve...

Cadastro Nacional da Capoeira: veja como funciona, quem pode se cadastrar e para que serve

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